Balanço
TSE substituiu 1.551 urnas eletrônicas em todo o País
O segundo turno das eleições de 2026 registrou 1.551 urnas substituídas em todo o País até as 18h desse domingo (25), segundo o relatório de ocorrências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número corresponde a 0,31% das 499.248 urnas principais utilizadas na votação.
Apesar das ocorrências, nenhuma seção eleitoral havia recorrido à votação manual até o horário do novo relatório. O documento também mantém em 48.815 o número de urnas de contingência disponíveis para substituição em caso de problemas com os equipamentos instalados nos locais de votação.
Ao todo, 158.745.463 eleitores estavam aptos a votar no segundo turno. O relatório considera apenas as ocorrências registradas no dia 25 de outubro.
São Paulo continua na liderança em números absolutos entre os estados com mais urnas substituídas. O novo balanço aponta 295 trocas no estado, ante 293 registradas no relatório das 18h. O total corresponde a 0,28% das 103.656 urnas principais utilizadas em território paulista.
Convidados de Alfredo Gaspar, Cabo Bebeto e Fábio Costa acompanharão apuração eleitoral em Brasília
Eleições 2026
O que Paulo Dantas fará após deixar o governo? Ele revela planos para janeiro
Cercado por seguranças, Rico Melquíades vota em Maceió: "Revolucionar o Brasil"
Paulo Dantas diz que aguarda equipe de JHC para iniciar transição: "Nós estamos prontos''
O Rio de Janeiro aparece em seguida, com 159 equipamentos substituídos. O Paraná vem na terceira posição, com 140, seguido por Minas Gerais, com 136, e Bahia, com 102. Santa Catarina, com 95; Rio Grande do Sul, com 87; e Pernambuco, com 82 também registraram dezenas de substituições. O Ceará teve 69 trocas.
No Paraná, as 140 trocas representam 0,52% das 27.142 urnas principais utilizadas no estado. O número permanece o mesmo em relação ao boletim divulgado às 18h.
Quando se considera a proporção de equipamentos substituídos em relação ao total de urnas de cada unidade da Federação, Sergipe apresenta o maior percentual, com 0,59%, seguido pelo Paraná, com 0,52%, e por Santa Catarina, com 0,51%. O Espírito Santo aparece na sequência, com 0,44%.
Rio de Janeiro registrou 0,38% de substituições; Pernambuco, 0,36%; Alagoas, 0,31%; Piauí, 0,28%; e Bahia e Ceará, 0,26%. Em São Paulo, apesar do maior número absoluto de trocas, o percentual ficou em 0,28%.
SEM VOTAÇÃO MANUAL
Mesmo com as 1.551 trocas registradas, o relatório do TSE não aponta seção eleitoral com votação manual. O campo destinado a esse tipo de ocorrência aparece zerado para todas as unidades da Federação e também para o exterior.
A votação manual com cédulas de papel é prevista pela legislação eleitoral como último recurso, caso uma urna apresente problema e não seja possível substituí-la por outro equipamento. No segundo turno, porém, não houve registro dessa necessidade até o horário de atualização do relatório.
O levantamento mostra que houve substituições em todos os estados. Além dos maiores números registrados em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, Minas Gerais teve 136 trocas; Bahia, 102; Santa Catarina, 95; Rio Grande do Sul, 87; Pernambuco, 82; Ceará, 69; e Espírito Santo, 47.
Outros registros foram de 39 urnas substituídas na Paraíba e em Sergipe, 33 em Goiás, 31 no Maranhão e no Piauí, 30 no Pará, 25 em Mato Grosso, 24 em Alagoas e 22 no Rio Grande do Norte.
No Distrito Federal, foram 14 trocas. Amazonas registrou 11; Mato Grosso do Sul, 18; Acre e Amapá, quatro cada; Rondônia, seis; Roraima, quatro; e Tocantins, quatro.
No exterior, não houve substituição. O TSE registrou 1.351 urnas principais e 129 equipamentos de contingência destinados aos locais de votação fora do Brasil.