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Secom e ONU-Habitat discutem criação da Política Estadual de Cidadania Digital

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Imagem ilustrativa da imagem Secom e ONU-Habitat discutem criação da Política Estadual de Cidadania Digital
| Foto: — Foto: Pei Fon / Agência Alagoas

A Secretaria de Estado da Comunicação (Secom) e a ONU-Habitat discutiram ontem a elaboração da Política Estadual de Cidadania Digital. A proposta pretende estabelecer diretrizes para educação midiática, inclusão digital, integridade da informação e fortalecimento da comunicação pública em Alagoas.

Segundo o secretário de Comunicação, Wendel Palhares, a iniciativa faz parte da estratégia da pasta de tratar a comunicação pública como instrumento de enfrentamento de problemas sociais e de ampliação da cidadania.

Entre as ações citadas estão o projeto Filmaê, voltado à formação de jovens em educação midiática, além de bolsas de mestrado, pesquisas e um núcleo de integridade da informação dedicado ao combate à desinformação.

De acordo com a coordenadora do projeto Visão Alagoas 2030, Paula Zacarias, a proposta dá continuidade a iniciativas iniciadas com o Digaê, que começou como ação de educomunicação e evoluiu para projetos de educação midiática dentro da Secom, até chegar à formulação de uma política de cidadania digital.

A política está sendo construída com base em estudos técnicos, análise de experiências nacionais e internacionais e processos de escuta com instituições. A proposta deverá ser apresentada ao Governador Paulo Dantas, a secretários de Estado e ao Legislativo, responsável por analisar e aprovar o texto em forma de lei.

Entre os eixos previstos está o fortalecimento da autonomia informacional da população, com mapeamento de áreas de risco e produção de diagnósticos sobre o acesso à informação. Segundo o assistente da ONU-Habitat Victor Siqueira, a estratégia prioriza ações de formação para que cidadãos identifiquem conteúdos falsos, golpes ou discursos de ódio.

A proposta também prevê a realização de um diagnóstico inicial para orientar o Plano de Ação. A consultora da ONU-Habitat Iara Diniz afirma que o levantamento buscará identificar como diferentes públicos, especialmente os jovens, consomem informação, com o objetivo de orientar a política de comunicação pública.

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