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História

Construtores de AL – CXLIX

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Aloysio Américo Galvão (13.04.1932) – São José da Laje, estudou Humanidades e Filosofia no venerando Seminário de Olinda, a Escola de Heróis de Pernambuco, berço da educação nordestina. Diplomou-se em Letras Neolatinas, sendo orador da turma (1956), pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Alagoas, bem como em Licenciatura. Bacharelou-se em Direito pela UFAL. Fez diversos cursos de pós-graduação.

Por concurso de provas e títulos, fora nomeado juiz de Direito. Fez concurso para professor catedrático de Língua Portuguesa do Colégio Estadual de Alagoas, tornando-se diretor (1963-1971). Nesse período, estudei com o insigne mestre português. Aprendi com ele o vernáculo herdado de Camões e Bilac. Trabalhou como magistrado nas comarcas de Cacimbinhas (1986) e União dos Palmares (1991), sendo promovido a juiz da capital (1995).

Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (1971), da Academia Alagoana de Letras (1995) e da Academia de Letras e Artes do Nordeste, Secção Alagoas (1998). Fora recipiendário de várias comendas e títulos honoríficos pelos relevantes serviços prestados ao Estado e ao Brasil. Cultor da Língua Portuguesa, bem como do Latim. Aliás, sempre se destacou por seus escritos, discursos e palestras proferidas.

Ensinou no Seminário Arquidiocesano de Maceió. Colaborou na imprensa local, tendo publicado diversos livros: Anacoluto (1961), Monografias (1975) e O Nascituro (1998), além de proferir dezenas de conferências publicadas (1966). Fez diversas viagens internacionais. Afora isso, publicou O Centenário do Tribunal de Justiça de Alagoas (1992) e Joaquim Nabuco (1992). Mestre Aloysio foi, em vida, expoente da língua pátria. Destaco seus pronunciamentos em salas de aula, nas viagens e noutras oportunidades festivas.

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Coordenou o Curso de Letras na UFAL (1978), foi chefe do Departamento de Letras da UFAL (1977) e coordenador de Extensão Cultural (1986) e integrou o Conselho de Cultura (1983-1986). Foi respeitado nos meios acadêmicos, jornalísticos e no Direito, sendo ético, probo e, acima de tudo, honesto. Diria que serviu de exemplo às novas e futuras gerações. Deus tome conta de sua bondosa alma na Eternidade!

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