FUTURO DO AZULÃO
Sucessão presidencial domina bastidores do CSA
Mnadato de Robson Rodas termina em dezembro e rumores começam a movimentar processo eleitoral
A temporada do CSA terminou há uma semana, com a frustração de não conseguir o acesso à Série C. Se, dentro de campo, já está definido que o clube terá em 2027 as mesmas competições disputadas em 2026, fora dele ainda há muitos rumores e indefinições sobre quem estará à frente da equipe no próximo ano.
Primeiro, o CSA ainda tem um presidente com mandato até o fim de 2026. Robson Rodas assumiu o clube após a renúncia de Mirian Monte e conduziu o planejamento da temporada. O mandatário optou pelo silêncio nos dias seguintes à eliminação diante do Nacional-AM e, posteriormente, reuniu-se com a direção para definir os próximos passos do clube.
A princípio, não está nos planos de Rodas buscar um novo mandato. Ainda assim, o presidente pretende facilitar a transição e não ser um empecilho para a “passagem de bastão”.
Para isso, Rodas quer encerrar seu ciclo com o máximo de organização possível. O dirigente destacou, inclusive, que quitou as pendências financeiras do clube com os atletas.
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Conselho
O estatuto do CSA determina que o Conselho Deliberativo seja responsável por convocar novas eleições no clube. A partir do momento em que a diretoria executiva decidir se continua ou deixa o cargo antecipadamente, o presidente do Conselho, Clauwerney Ferreira, ficará à frente do processo eleitoral.
No fim deste ano, também se encerram os mandatos da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo. Após inscrição e aprovação de chapas e conselheiros, o processo seguirá até a votação, a posse e o início do mandato, que terá duração de quatro anos.
Sucessores
Alguns nomes já aparecem nos bastidores como possíveis interessados em assumir o comando do CSA. O ex-presidente Rafael Tenório estaria disposto a voltar à gestão do clube. Essa possibilidade, porém, hoje dependeria de uma condução tranquila do processo e, provavelmente, de uma aclamação, como ocorreu em ocasiões anteriores.
Outro nome que teria sinalizado interesse em participar das eleições é Gustavo Ferreira. Gerente de obras durante a gestão de Mirian Monte, ele colocou o próprio nome à disposição para a disputa em 2025, caso Robson Rodas não permanecesse no cargo.
A partir do diálogo entre os grupos, Gustavo poderia até formar uma chapa conjunta com Tenório, caso essa possibilidade realmente amadureça e avance para a prática.
Como tem ocorrido nos últimos anos, o torcedor azulino volta a conviver com incertezas. A dúvida não se resume a quem comandará o CSA, mas também à forma como o clube será conduzido em mais uma temporada, justamente em um ano no qual seus principais rivais estarão em divisões superiores. TM