1º ADVERSÁRIO
Rival da Seleção Brasileira na estreia, Marrocos já está nos EUA
Equipe reúne atletas de destaque no futebol europeu e asiático
Primeira adversária do Brasil na Copa do Mundo, a seleção de Marrocos desembarcou em New Jersey na noite dessa quarta-feira (3) para iniciar a reta final de preparação para o torneio. Os marroquinos disputarão sua sétima edição do Mundial e chegam aos EUA com um elenco recheado de atletas que atuam em clubes de destaque do futebol europeu e asiático.
O principal nome da equipe é o lateral Achraf Hakimi, campeão da Liga dos Campeões com o PSG. O grupo ainda conta com jogadores experientes e de nível internacional, como o goleiro Yassine Bounou, do Al-Hilal, o zagueiro Nayef Aguerd, do Olympique de Marselha, o volante Sofyan Amrabat, do Real Betis, e o meia-atacante Brahim Díaz, do Real Madrid.
Marrocos chega ao Mundial sob o comando do técnico Mohamed Ouahbi, que assumiu a seleção durante a última Data Fifa, em março. Desde então, a equipe empatou com o Equador por 1 a 1, venceu o Paraguai por 2 a 1 e goleou Burundi e Madagascar em amistosos preparatórios.
Antes da estreia na Copa do Mundo, os marroquinos ainda farão um último teste contra a Noruega, neste domingo (7), no Sports Illustrated Stadium, em New Jersey. A estreia de Marrocos no Mundial será no dia 13 de junho, às 19h (de Brasília), contra a Seleção Brasileira.
VUVUZELA PROIBIDA
Os torcedores que pretendem levar mais barulho e animação para os estádios da Copa do Mundo terão de deixar as vuvuzelas em casa. A Fifa proibiu o uso das tradicionais cornetas de plástico nas arenas dos EUA, Canadá e México, conforme previsto no código de conduta da entidade para o torneio.
Popularizadas mundialmente durante a Copa de 2010, na África do Sul, as vuvuzelas dividiram opiniões entre torcedores e profissionais da imprensa. Enquanto muitos consideravam o instrumento um símbolo da festa nas arquibancadas, outros criticavam o som contínuo e estridente, frequentemente comparado ao zumbido de abelhas.
Além das vuvuzelas, apitos, buzinas de ar comprimido e outros dispositivos considerados excessivamente barulhentos também estão proibidos nos 16 estádios que receberão partidas da competição, de acordo com o regulamento da Fifa.