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POLÍTICA

Lula sofre derrotas simbólicas no Congresso com rejeição de Messias e queda de veto

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Imagem ilustrativa da imagem Lula sofre derrotas simbólicas no Congresso com rejeição de Messias e queda de veto
| Foto: Divulgação

Senador contrarregra

Senadores discutiam a redução da maioridade penal, anos atrás, quando o então senador Eduardo Suplicy (PT-SP) voltou a exibir sua veia artística. Lendo um relatório sobre o tema, em certo trecho um cachorro latia. Suplicy leu e latiu. Três vezes. Risos gerais. Adiante, ao mencionar “vários tiros de arma de fogo”, ilustrou a leitura reproduzindo os sons. O senador Arthur Virgílio (AM) reagiu com humor, levantando os braços em gesto de rendição. Mais risos.

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Lula tomou o ‘perdeu, mané’ que não esperava

Foram acachapantes e simbólicas as derrotas de Lula (PT) no Senado e no Congresso, o primeiro rejeitando Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e o outro derrubando o veto presidencial ao projeto da dosimetria. A vaga pretendida por Messias tem significado: era de Luís Roberto Barroso, criador de um bordão do ativismo judicial. Assim, o aliado de ontem tornou-se, involuntariamente, o autor da frase que resume o momento: “Perdeu, mané”.

Conciliação à vista

Única iniciativa de conciliação nacional desde as sentenças do 8/Jan, a dosimetria busca ajustar penas, enquanto o debate político segue acirrado.

Aparelhamento

Derrotando a dupla Lula/Messias, o Senado sinalizou que há limites institucionais na disputa sobre indicações ao Judiciário.

Não tinha como

Messias enfrentava resistências, com críticas ao seu perfil e questionamentos sobre sua trajetória, inclusive entre aliados.

Quem perdeu, mané?

Barroso sai de cena deixando a vaga e o bordão. Lula fica com a frase no debate político e o impacto da derrota no Senado.

Promessas vazias marcam outra vez o 1º de Maio

Lula (PT) mantém o discurso voltado aos trabalhadores, mas o 1º de Maio de 2026 reacende o debate sobre resultados concretos. O salário mínimo foi reajustado em R$103, chegando a R$1.621, com ganho real estimado em 2,5%. O próprio presidente reconheceu publicamente que o valor é baixo, o que alimenta críticas sobre a política de valorização retomada em 2023.

Embromation

O piso salarial, historicamente defendido como instrumento de valorização, tem sido tratado como ajuste técnico, gerando debate sobre seu impacto no poder de compra.

Aperto de sempre

Trabalhadores formais, informais, aposentados e pensionistas do INSS seguem pressionados pelo custo de vida.

Seria 1º de abril?

Pesquisa Datafolha recente apontou que apenas 17% das pessoas com renda de até R$5 mil afirmam ter sido beneficiadas pela isenção do imposto de renda.

Mudança de regime

Segundo Paulinho da Força (SDD-SP), relator do projeto da dosimetria, a aprovação da proposta pode alterar o regime de cumprimento de pena de condenados, dependendo dos critérios aplicados.

Pé esquerdo

A semana de derrotas no Congresso marcou o início da atuação do deputado José Guimarães (PT-CE) na articulação política do governo.

Teve até cantoria

Após o anúncio da derrubada do veto de Lula (PT) à lei que trata das penas do 8/jan, parlamentares cantaram parabéns para Flávio Bolsonaro, que completou 45 anos na quinta-feira (30).

Churrasco e pelada

Após a sessão, parlamentares se reuniram em Brasília em um encontro informal promovido por aliados.

Jogo jogado

Gilmar Mendes afirmou que a decisão do Senado deve ser respeitada, sinalizando possível redução de tensão institucional.

Furada

Marcel van Hattem (Novo-RS) criticou a associação entre a derrubada do veto e eventual benefício a facções, afirmando que avanços legais foram mantidos.

Cadê o amor?

Flávio Bolsonaro reagiu a críticas recebidas no Congresso com ironia: “O Brasil não precisa desse ódio, mais amor, por favor!”.

De mulher pra mulher

Em Campo Grande (MS), a prefeita Adriane Lopes (PP) sancionou lei sobre uso de banheiros, justificando a medida como proteção de direitos, o que gerou manifestações favoráveis e contrárias.

Pensando bem…

…não há “reciprocidade” para derrotas políticas.

Secretário de Estado da Comunicação, WENDEL PALHARES estará à frente do Programa Plural – Incubadora de Jornalismo e Comunicação Comunitária, lançado ontem pelo Governo do Estado
Secretário de Estado da Comunicação, WENDEL PALHARES estará à frente do Programa Plural – Incubadora de Jornalismo e Comunicação Comunitária, lançado ontem pelo Governo do Estado | Foto: Divulgação

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