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Imbróglio diplomático cancela encontro de Haddad com Tesouro dos EUA

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Imagem ilustrativa da imagem Imbróglio diplomático cancela encontro de Haddad com Tesouro dos EUA
| Foto: Divulgação

PODER SEM PUDOR: Luta livre

Terminada a reunião de líderes, o então senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT) contou que começou a vida como repórter esportivo. ACM, dono da Bahia, lembrou que também foi jornalista esportivo. O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) não perdeu a piada:

— O senhor devia cobrir muita luta livre e vale-tudo, não é?

Haddad fingiu que pauta era comercial e se deu mal

O cancelamento da suposta reunião de Fernando Haddad com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, decorre do diálogo inviável desde que Lula (PT) devolveu, sem resposta, a carta de Donald Trump. A Casa Branca aguarda pedido formal de desculpas. Afinal, carta semelhante enviada a uma centena de países resultou em negociações de alto nível com todos eles. O petista preferiu tentar se aproveitar eleitoralmente do episódio. Trump dobrou a aposta: acordo com o Brasil passará necessariamente pelo livramento de Jair Bolsonaro.

João-sem-braço

Haddad fingiu não entender que o problema para o governo Trump não é comercial, mas Alexandre de Moraes, sancionado pela Lei Magnitsky.

Quem governa mesmo?

Nos EUA, até a imprensa já vê o Brasil sob “ditadura judicial”, como publicou o Wall Street Journal no domingo (10).

Diálogo de surdos

Haddad foi esnobado tanto quanto Geraldo Alckmin, que “não consegue falar com ninguém” na Casa Branca, segundo o próprio Lula.

Pavão misterioso

O vaidoso chanceler Mauro Vieira divulgou misteriosa reunião com o homólogo americano, mas o Departamento de Estado não confirmou.

Representação de Motta poderá virar ‘censura’

Tem tudo para dar em nada a representação contra deputados que ocuparam por quase 36 horas a mesa diretora da Câmara. Avançando na Corregedoria, o caso segue para o Conselho de Ética. No colegiado, o tema vira queda de braço com apoiadores de Jair Bolsonaro. Dos 20 membros atuais, metade se elegeu surfando na onda do ex-presidente, em 2022. O PL detém o maior número de indicados: quatro. A suspensão deve virar advertência ou “censura”.

Dosimetria

Membros do Conselho, sob reserva, afirmam que dificilmente seria aprovada a suspensão do mandato por seis meses.

Veja bem

O caso deve marinar nas gavetas, sem pressa. Se a coisa apertar, aí sim entra na pauta — e pode mudar.

Pauta contaminada

Até no lado do governo há quem concorde que, se isso virar prioridade, dificilmente a isenção do IR e a LDO terão vida fácil na Câmara.

Tempo fechado

Líderes se reúnem nesta terça (12) com Hugo Motta para definir a pauta de votações. O clima não é amistoso com o presidente da Câmara, que não lidera e tenta se impor tocando o terror na oposição.

Pode esquecer

A oposição já prepara a lista do que vai travar, caso Hugo Motta insista em punir deputados só para exibir uma autoridade perdida. Entre elas, a votação da LDO e o “SUS da Segurança”, que já sumiu do radar.

Pedalada 2.0

“Precisamos dar nome ao que está acontecendo: são novas pedaladas, disfarçadas de planejamento”, afirmou o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) sobre a LDO de Lula para 2026.

Encontro nas pontas

Para o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, “a esquerda está criando uma doutrina mais direitista que o PSDB. Manifestação política virou ‘insurreição armada’, sendo que ninguém estava armado”.

Fácil de ver

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) disse que Lula é aliado direto de ditadores e de grupos que perseguem homossexuais. “Mas, segundo a Polícia Federal da organização, expor isso é crime?”, questionou.

Antes era assim…

Viraliza vídeo de entrevista do senador ACM ao Roda Viva, em que ele ironizava: “Ficou muito comum na Justiça brasileira os juízes falarem mais que os parlamentares.” Naqueles anos 1990, claro.

Tô fora

Chamaram atenção as ausências do governador Tarcísio de Freitas e do prefeito Ricardo Nunes no evento do Tribunal de Contas de São Paulo para Alexandre de Moraes.

Pacote atrasado

O dólar fechou em alta de 0,14% ontem, após o ceticismo sobre o plano do governo Lula para “mitigar” o tarifaço. Com tudo nebuloso, o investidor corre para a segurança da moeda americana.

Pergunta no Capitólio

Haddad confessou falta de prestígio ou quis encher a bola de Eduardo Bolsonaro ao culpá-lo pelo fracasso de sua reunião na Casa Branca?

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