INVESTIGAÇÃO SEGUE
TJ/AL nega pedido de liberdade e mantém PTK preso em investigação sobre facção
Preso desde o dia 3 de junho de 2026 em uma operação da Dracco, ele é investigado por suposta organização criminosa e lavagem de dinheiro, com suspeita de ligação com a facção Comando Vermelho
O desembargador Ivan Vasconcelos Brito Júnior, do Tribunal de Justiça de Alagoas, negou pedido de liminar em habeas corpus e manteve a prisão preventiva do influenciador digital Patrick de Almeida Silva, conhecido como “PTK”.
Preso desde o dia 3 de junho de 2026 em uma operação da Dracco, ele é investigado por suposta organização criminosa e lavagem de dinheiro, com suspeita de ligação com a facção Comando Vermelho.
A investigação aponta que áudios interceptados indicam que lideranças da facção pretendiam apoiar a candidatura de PTK a cargo eletivo para ampliar a influência política do grupo no Estado. Durante a operação, que cumpriu mandados em Maceió, Marechal Deodoro e no Rio de Janeiro, foram apreendidos com o investigado R$ 20 mil em espécie, celulares, joias e um pendrive.
No pedido de soltura, a defesa alegou falta de justa causa, fragilidade das provas, ausência de perícia na identificação da voz e excesso de prazo na investigação.
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Ao rejeitar a liminar, o relator explicou que a prisão preventiva exige apenas indícios suficientes de autoria e prova de materialidade, e não a certeza definitiva do crime.
O magistrado destacou que a apuração é complexa, justificando a manutenção da prisão até que o mérito do caso seja julgado coletivamente pela Câmara Criminal.