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    TRAGÉDIA

    Vendedor cadeirante que teve história contada pela TV Gazeta morre após ser jogado de prédio no Recife

    Maicon Douglas vendia doces na orla de Maceió e havia se tornado conhecido após reportagem da TV Gazeta

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    Imagem ilustrativa da imagem Vendedor cadeirante que teve história contada pela TV Gazeta morre após ser jogado de prédio no Recife
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    Maicon Douglas, de 35 anos, viralizou após ter sua história contada pela TV Gazeta, mas a vida dele terminou de forma trágica depois de ser arremessado do quarto andar de um prédio em Boa Viagem, no Recife. O caso ocorreu na sexta-feira (13) e veio à tona em Alagoas nessa quarta-feira (25).

    Imagem ilustrativa da imagem Vendedor cadeirante que teve história contada pela TV Gazeta morre após ser jogado de prédio no Recife
    | Foto: TV Gazeta

    Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, Maicon estava em um apartamento quando um homem o empurrou da varanda junto com a cadeira de rodas. Em seguida, o autor se jogou do edifício. Ambos não resistiram à queda.

    As investigações apontam que os dois haviam se conhecido momentos antes na orla de Boa Viagem, onde Maicon vendia doces. “Ele disse que ficou comovido com a história e convidou o cadeirante para subir para o apartamento dele”, informou o delegado do caso, Rodrigo Bello.

    Maicon acompanhou o homem, que estava com uma amiga. “Eles passaram um tempo conversando, segundo testemunhas, mas, em determinado momento, essa pessoa teve um surto, começou a mudar o comportamento, tentou agredir essa amiga, e ela fugiu com uma funcionária. Maicon, que era cadeirante, não tinha como correr, permaneceu no local e foi arremessado da varanda do apartamento junto com a cadeira de rodas, morrendo no local”, relatou o delegado.

    Maicon nasceu com má-formação nos braços e nas pernas, mas não se rendeu às limitações físicas. “Eu utilizo a minha deficiência como motivação para fazer, literalmente, tudo”, afirmou ele à TV Gazeta.

    Vendedor desde os 15 anos, foi paratleta profissional, líder de movimento, vendia doces na orla da capital alagoana e era motivado pela fé. “Independentemente da sua fé e da sua crença, eu acredito que, se você não crê em Deus, as chances de você conquistar aquilo que deseja diminuem um pouquinho”, disse ele em entrevista à TV Gazeta.

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