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Opinião

Felicidade é ferramenta fundamental para conquistar bons resultados no ambiente corporativo

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Por Claudio Zini - diretor-presidente da Pormade Portas | Edição do dia 25/11/2021 - Matéria atualizada em 24/11/2021 às 21h27

Comandar uma empresa não é uma das tarefas mais fáceis. E para manter uma equipe motivada em meio às adversidades que aparecem no meio do caminho é preciso ter jogo de cintura e um toque de bom humor.

Estudos indicam que uma das profissões do futuro será a de diretor de felicidade. Empresas do Vale do Silício já implementaram o cargo de Chief Happiness Officer (CHO) e, como podemos acompanhar, se diferenciam em seus mercados de atuação. No mundo dos negócios, atualmente, felicidade e bem-estar equivalem a lucro. Felicidade dá resultado financeiro. E a busca da felicidade vem desde o início do mundo, porém, só agora está ganhando força no ambiente corporativo. Felicidade não pode ser vista nas empresas como o resultado de acúmulo de ganhos e reconhecimentos. Ela tem que ser o motor da companhia, pois é o estado emocional ideal para um trabalho de qualidade e produtividade. Significa progresso, sucesso, atração de talentos e dinheiro no bolso. Talentos são profissionais independentes e que possuem alto grau de empregabilidade, e que se movem com facilidade se não estão felizes onde estão. O conhecimento se tornou portátil. E o talentoso quer uma boa empresa para trabalhar. No século passado, a gestão era por temor. Hoje é por amor e humor. E o que gera riqueza é o trabalho intelectual e não mais as exaustivas tarefas rotineiras. Atualmente, se conquista bons salários com neurônios felizes. Em um mundo repleto de mudanças, a inovação é constante, e, para tanto, as pessoas têm que ter liberdade com a responsabilidade de dono. As empresas precisam encontrar maneiras de energizar os colaboradores para que apliquem no trabalho não apenas a sua capacidade, mas a sua paixão. E para isso esses profissionais têm que estar felizes. Na mente de grandes líderes, o fraco desempenho de um profissional não significa que ele é preguiçoso, desobediente ou incompetente e, sim, que ele pode estar em uma função inadequada. Uma empresa de sucesso, hoje, é vista como um organismo vivo, descentralizada, com profissionais felizes e satisfeitos com seus salários e funções. A felicidade está na liberdade de ter ideias, propor melhorias e vê-las aplicadas no dia a dia.

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